Santos fará bloqueio vacinal em duas escolas após casos suspeitos de sarampo | Mais Saúde

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    A Prefeitura de Santos, no litoral paulista, anunciou que fará nesta segunda-feira (12) um bloqueio vacinal contra sarampo em duas unidades escolares municipais (UMEs) do bairro Embaré. A medida é necessária após dois casos suspeitos da doença em estudantes das unidades.

    Segundo a Secretaria de Saúde da cidade, 70 alunos receberão a imunização, sendo 37 da UME Professor Florestan Fernandes, e 33 na UME Cidade de Santos. As unidades comunicaram aos pais e responsáveis autorização para as aplicações e orientação para que levem as carteiras de vacinação para o registro das doses.

    As suspeitas da doença foram notificadas em um aluno do Florestan, de 14 anos, morador do bairro Aparecida, e em uma criança de sete anos, residente do Embaré, e aluna da Cidade de Santos. Ambos, de acordo com a pasta, estão em isolamento social em suas residências. Além disso, foram realizados os bloqueios vacinais nos familiares próximos de ambos.

    De acordo com os novos protocolos de bloqueio informados pelo Ministério da Saúde, a partir de agora, a vacinação contra o sarampo já é realizada nas pessoas que tiveram contato próximo com o paciente a partir da suspeita da doença.

    Segundo a prefeitura, as amostras dos pacientes estão em análise no Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência do governo estadual. Caso seja confirmado o sarampo, o bloqueio será ampliado para a quadra onde o contaminado reside, escola e/ou local de trabalho ou curso.

    Em 2019, 7 mil moradores foram vacinados contra o sarampo, em Santos, SP — Foto: Divulgação/Prefeitura de Santos

    Em 2019, 7 mil moradores foram vacinados contra o sarampo, em Santos, SP — Foto: Divulgação/Prefeitura de Santos

    Recentemente, o ministério ainda informou que a vacinação para as crianças de seis meses a menores de um ano que vão se deslocar para municípios que apresentam surto ativo de sarampo deve ser mantida até 90 dias após o último caso confirmado da doença.

    A recomendação é de que crianças abaixo de seis meses de idade, gestantes e pessoas acima de 60 anos não sejam vacinadas. Pacientes com imunodepressão (como câncer e HIV) devem ter liberação dos médicos que os acompanham.

    O calendário do Ministério da Saúde prevê a vacina contra o sarampo aos 12 meses (primeira dose) e aos 15 meses (segunda dose). Quem não foi vacinado enquanto criança precisa tomar duas doses da vacina, se tiver até 29 anos de idade, e uma dose para aqueles entre 30 e 59 anos.

    O primeiro caso de sarampo foi confirmado em 1º de março, em um passageiro do navio MSC Seaview, de 22 anos, morador do Gonzaga; o segundo, em 8 de março, da servidora que participou da investigação epidemiológica na embarcação e reside na Pompeia; o terceiro em 25 de março, uma menina de 4 anos moradora do Macuco, sem relação direta com o navio.

    O quarto diagnóstico foi confirmado em 28 de março, em uma profissional de saúde, de 25 anos, que teve contato com uma paciente que estava com sarampo, e que morou no bairro Gonzaga. Já o quinto em 16 de abril, em um menino de um ano, morador do bairro Embaré. O sexto caso foi uma menina de três anos, moradora do bairro Boqueirão.

    Casos de sarampo em Santos, SP, começaram com passageiro do navio MSC Seaview, de 22 anos, morador do Gonzaga — Foto: Carlos Abelha/G1Casos de sarampo em Santos, SP, começaram com passageiro do navio MSC Seaview, de 22 anos, morador do Gonzaga — Foto: Carlos Abelha/G1

    Casos de sarampo em Santos, SP, começaram com passageiro do navio MSC Seaview, de 22 anos, morador do Gonzaga — Foto: Carlos Abelha/G1



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