Irmãs acusam padrasto de estupro em SP e reclamam que mãe não toma providências | Santos e Região

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    Uma criança de 10 anos contou para uma professora da escola onde estuda em Peruíbe, no litoral de São Paulo, que ela e sua irmã, de 13 anos, foram estupradas pelo padrasto. Em conversa com a professora, a menina disse que estava com medo de voltar para casa pois o funcionário público ‘a fazia tocar em suas partes íntimas’. A denúncia está sendo investigada pela Delegacia de Defesa da Mulher da cidade.

    O relato da menina aconteceu durante o período de aula, na última segunda-feira (25). De acordo com o registro da ocorrência, ela contou para a professora que estava com medo de voltar para a casa pois o padrasto bate nela e, ainda, disse que ele a tocava nas partes íntimas e a fazia tocar nas partes íntimas dele também.

    A menina disse também que a irmã mais velha também é vítima e a mãe tem medo do padrasto. Em entrevista ao G1, o advogado de defesa do acusado, Alexkessander Veiga Mingroni, afirmou que ele nega veementemente as acusações (veja abaixo o que diz a defesa).

    Após a denúncia, a professora informou para a diretora da unidade municipal o que tinha ouvido da criança e, em seguida, o Conselho Tutelar foi acionado. As duas meninas confirmaram as acusações para a conselheira e a irmã mais velha acrescentou que a mãe sabe de toda a situação, mas não toma nenhuma providência. Segundo ela, a última vez que as duas foram vítimas de estupro foi no último sábado (23).

    Quando o padrasto compareceu à escola para buscar as meninas, foi impedido de levá-las para casa. Junto com a mãe, a família foi levada para a Delegacia Sede de Peruíbe para registro da ocorrência.

    De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como estupro de vulnerável e as investigações prosseguirão pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município, por meio de inquérito policial. Durante as investigações, as meninas estão sob a guarda do pai.

    O advogado de defesa afirma que o funcionário público nega as acusações. “Meu cliente nega veementemente a prática de qualquer ato relacionado a maus-tratos ou qualquer outro abuso que seja em relação a essas menores. A mãe também está muito preocupada e tenta entender o que tem acontecido com as crianças, qual a motivação para uma denúncia como essa”, explicou. O acusado, que é funcionário público, pediu exoneração do cargo para, segundo a defesa, se dedicar exclusivamente à esclarecer os fatos.



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