Consumo de alimentos ultraprocessados cresce na pandemia

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Um estudo encomendado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) apontou que os brasileiros de 45 a 55 anos estão consumindo mais alimentos ultraprocessados durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O consumo desses produtos na faixa etária era de 9% no ano passado, enquanto este ano saltou para 16%. A principal justificativa, de acordo com especialistas da área, se deu pelo isolamento social, que fez com que parte da população deixasse de se preocupar com cuidados básicos com a saúde.

Em entrevista ao RDtv, a nutricionista da Universidade São Judas, Rosana Rossi explica que a ingestão de alimentos ultraprocessados, com conservantes e excesso de sódio, tende a trazer problemas sérios para a saúde. “Tudo em excesso é ruim, mas sódio, calorias e corantes, trazem problemas que são difíceis de serem reversíveis para a saúde”, explica ao lembrar que com o consumo desenfreado, doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares podem ser desencadeados.

No entanto, na opinião da médica, a tendência de consumir os processados deve continuar, tendo em vista que nesse momento as políticas adotadas para promover alimentação saudável durante a pandemia foram tímidas, e houve apelo para a comodidade dos ultraprocessados. “Sabemos que agora as pessoas optam pelos fast-foods e alimentos rápidos, processados. Mas a deficiência de ingredientes pode desencadear doenças crônicas”, lembra.

Atividade física

Produtos ultraprocessados são reconhecidamente prejudiciais à saúde, por conta do conteúdo excessivo de nutrientes associados a doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade e doenças cardiovasculares. Portanto, em entrevista ao RDtv, o profissional de Educação Física, da Universidade São Judas, Marcio Doro explica a necessidade da prática de atividade física ao longo da pandemia.

Para o profissional de saúde, o ideal é que, ainda em casa, as pessoas pratiquem pelo menos uma caminhada regular de 30 minutos ao dia, junto com uma atividade aeróbica. “Pode ou não ser acompanhada com exercícios comuns com o auxílio do próprio corpo. Para os que não tiverem a prática, há exercícios na própria internet que auxiliam, com profissionais consagrados no mundo fitness”, sugere o professor.

Pesquisas da área da saúde divulgadas este ano concluem que o consumo de ultraprocessados aumenta em 26% o risco de obesidade. Além disso, eleva o risco de sobrepeso e de aumento da circunferência abdominal elevada de 23% a 34%, de síndrome metabólica em 79%, de dislipidemia em 102%, de doenças cardiovasculares em 29% a 34% e da mortalidade por todas as causas em 25%. “Com a prática diária de exercícios, cai não só o risco de contrair essas doenças, mas a combater doenças respiratórias”, enfatiza o professor.

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