Baixada Santista segue na fase amarela no Plano São Paulo apesar de aumento de casos e óbitos | Santos e Região

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    O Governo do Estado de São Paulo anunciou, nesta sexta-feira (31), que a região da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, permanece na fase amarela do Plano São Paulo, o plano estadual de combate ao coronavírus. Os novos índices foram divulgados nesta sexta-feira (31) e revelaram que houve um aumento de novos casos e óbitos nas cidades da Baixada Santista.

    O governador João Doria atualizou a situação das regiões no Plano São Paulo de reabertura gradual das atividades econômicas. A Baixada Santista se manteve na fase amarela e entra na quarta semana seguida na mesma etapa do Plano.

    Uma nova tabela com os índices epidemiológicos e capacidade hospitalar foi divulgada, nesta sexta-feira, pelo governo estadual. Os índices de evolução da pandemia são calculados levando em conta os números dos últimos sete dias e dos sete dias anteriores.

    Em relação ao dia 24 de julho, na Baixada Santista, houve uma queda no número de leitos e no número de internações. Por outro lado, foi registrado um aumento no número de leitos para cada 100 mil habitantes, no índice de novos casos e no índice de óbitos.

    Há uma semana, a região estava com 44,7% da ocupação de leitos de UTI e agora está com 43,4%. Antes, apresentava 24,9 leitos para cada 100 mil habitantes e agora 25,2. Já quanto a evolução da pandemia, no dia 24 de julho, a região apresentava um índice de novos casos de 0,85 e passou para 1,56. O índice de internações foi de 0,96 para 0,93. Sobre os óbitos, o índice aumentou de 1,05 para 1,63.

    A próxima atualização programada do Plano São Paulo está prevista para o dia 21 de agosto.

    Denominado Plano São Paulo, o governo estadual apresentou um plano de flexibilização progressiva que prevê cinco etapas. As regiões do estado foram classificadas em fases por cor, de acordo com os critérios definidos pela Secretaria Estadual da Saúde e pelo Comitê de Contingência para o Coronavírus.

    Esses indicadores são avaliados junto com dados de mortes, casos e internações por Covid-19 para determinar a fase em que se encontra cada região. A cada 15 dias a região poderá se mover para fases menos restritivas. As fases poderão regredir conforme os indicadores sofram alterações.

    • Fase 1, vermelha: alerta máximo, funcionamento permitido somente aos serviços essenciais
    • Fase 2, laranja: controle, possibilidade de aberturas com restrições
    • Fase 3, amarela: abertura de um número maior de setores
    • Fase 4, verde: abertura de um número maior de setores em relação à fase 3
    • Fase 5, azul: “normal controlado” – todos os setores em funcionamento, mas mantendo medidas de distanciamento e higiene



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