Após aumento de 18% nos alertas de desmatamento, situação de emergência é decretada no AM | Amazonas

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    O Governo do Amazonas decretou situação de emergência ambiental na Região Metropolitana de Manaus e nos municípios da região sul do Amazonas. A medida ocorre após aumento de 18% no número de alertas de desmatamento em abril deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado

    A situação de emergência visa intensificar o combate ao desmatamento ilegal, às queimadas não autorizadas e outros crimes correlatos. Outra medida anunciada foi a adesão do Estado à ação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia Legal, determinada pelo Governo Federal no início do mês.

    Dados da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), com o decreto, o estado antecipa o plano operativo de enfrentamento aos incêndios florestais, que tendem a aumentar no período de estiagem.

    Conforme o Decreto nº 42.306/2020, a Sema fará a articulação com os demais órgãos públicos para definir e executar as estratégias de combate ao desmatamento ilegal e queimadas não autorizadas. Já o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) ficará responsável pela execução operacional das ações de resposta às ocorrências.

    O decreto também resguarda a atividade de fiscalização ambiental no estado do Amazonas, mesmo durante o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, por se tratar de um serviço essencial, segundo o governo.

    Em agosto 2019, o número de focos de queimadas no estado do Amazonas bateu recorde desde o início dos registros do governo federal, em 1998. Foram 6.145 focos verificados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em 27 dias.

    O número de agosto deste ano supera o registro de todos os meses analisados desde o início da série histórica. O recorde anterior era também um outro mês de agosto, mas no caso o de 2005, quando foram detectados 5.981 focos ativos.

    Já o mês de outubro apresentou o menor número de queimadas na Amazônia desde o início do monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 1998. O número mais baixo de focos, até então, havia sido registrado no mesmo mês daquele ano, com 8.777 detecções de calor. Neste ano, foram 7.855 pontos registrados durante todo o mês de outubro.

    O cenário é oposto no Pantanal. O maior registro da história do bioma em um mês de outubro ocorreu em 2002, com 2.761 focos de queimadas. Neste ano, o número de outubro chega a 2.430, 331 focos a menos do que o recorde. A média histórica para o mês desde de 1998 é de 981 detecções de calor.



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