Acidentes de trânsito caem 30% no estado de SP durante a quarentena | São Paulo

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    O número de acidentes e mortes no trânsito caiu durante a quarentena em São Paulo. A queda foi a maior já registrada desde 2015, no período de 24 de março a 30 de junho.

    No estado de São Paulo, o número de acidentes de trânsito foi de 35,6 mil em 2020, queda de 30% em relação aos 51,3 mil registrados no mesmo período de 2019. Já o número de mortes caiu 22%, sendo 1.167 em 2020 e 1.513 em 2019.

    “A quarentena reduziu o atendimento dos traumas de trânsito, esses traumas quase sempre traumas bastante graves, com múltiplas lesões”, disse o diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, Dirceu Alves.

    Na capital paulista, o número de acidentes caiu 33% e o de mortes 15%, comparado a 2019. Por outro lado, na capital, o número de motociclistas que morreram aumentou quase 10% em relação ao ano passado.

    Assim como o número mortes envolvendo ciclistas, que aumentou 3% no estado de São Paulo: foram 198 em 2019, e 204 em 2020.

    Os homens são a maioria das vítimas nos acidentes de trânsito. Cerca de 26% eram jovens com idade entre 18 e 29 anos.

    O número de mortes de pessoas com mais de 60 anos no estado caiu cerca de 47% durante a quarentena. O grupo é o que mais precisa manter o isolamento social pra evitar o risco de contágio do coronavírus.

    No estado de São Paulo, em abril do ano passado, 97 pessoas com mais de 60 anos morreram em acidentes de trânsito. No mesmo mês de 2020, foram 49. Em maio, foram 93 em 2019 e 40 em 2020. Já no mês de junho foram 88 em 2019 e 58 em 2020.

    O editor de livros Milton Assunção afirma que durante a pandemia só dirige quando precisa e sempre procura fazer distâncias curtas. Ele conta que não vê a hora de voltar pra estrada.

    “Anteriormente a gente viajava muito. Eu tinha muito prazer de viajar de carro, porque de carro você tinha possibilidade de parar aonde você quisesse, você podia explorar a região e ultimamente com essa história do Covid-19, a gente foi obrigado a mudar completamente os hábitos e até os costumes né? A gente é obrigado a ficar dentro desse isolamento social, que tem feito muita falta, principalmente depois que a gente tá habituado a curtir essas viagens. É muito chato… é difícil, não é fácil”, disse o editor de livros Milton Assunção.

    Para o diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, o ideal era que os número de acidentes continuasse baixo, mesmo fora da pandemia.

    “Isso seria a nossa necessidade, do nosso dia a dia, fora da pandemia, que nós tivéssemos essa redução no número de veículos nas ruas, no número de pedestres transitando nas ruas de maneira irregular, desrespeitando as regras de trânsito e logicamente se colocando em situação de risco pra um acidente acontecer”, disse o diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, Dirceu Rodrigues Alves.



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